IBGE aponta crescimento no número de cidades que oferecem Wi-Fi no país

Estado de São Paulo lidera lista de cidades com wifi
Estado de São Paulo lidera lista de cidades com wifi, Acre é o estado que possui a menor quantidade de cidades

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (26) pelo IBGE mostrou que o número de municípios brasileiros que oferecem conexão à internet via Wi-Fi grátis cresceu 83,2%. Das 5.570 prefeituras brasileiras, 1.457 forneciam o serviço por meio de redes públicas em 2014 (o levantamento não inclui as empresas particulares que vendem assinaturas). Apesar do salto em relação a 2012, ano da última pesquisa, as cidades que provêm esse tipo de acesso ainda somam 26,2% do total.

Os estados com mais municípios que fornecem a conexão, aparecem São Paulo, com 207, Minas Gerais, com 155, e Rio Grande do Sul, com 116. O Acre é o estado que possui a menor quantidade de cidades a oferecer Wi-Fi. São apenas duas, Assis Brasil e Sena Madureira, que representam 9,1% do total.

Nem todos, porém, estendem a cobertura da conexão Wi-Fi a todo o território da cidade. Apenas 79 municípios fazem isso, o que representa apenas 5,4% do total. A maioria restringe o acesso a alguns bairros. Esse é o caso de 910 cidades (62,4% do total).

O terceiro grupo é composto por aqueles que oferecem o sinal somente na área urbana da cidade (11,6%) e os que o estendem a algumas regiões da zona rural (20,5%).

Serviços conectados
O IBGE também analisou os serviços oferecidos pelos municípios na internet.
Em 2014, 1.548 cidades ofereceriam páginas capazes não só de exibir ou enviar informações aos cidadãos mas também de realizar transações.
Isso inclui o pagamento de contas e efetuação de matrículas em escolas da rede pública. O número representa 31,3% do total, acima dos 6,8% de 2012.

Pesquisa
O IBGE apresentou, no Perfil de Estados e Municípios, dados das pesquisas chamadas de Munic e Estadic 2014.

Elas analisaram diversas questões sobre alguns temas, são eles: recursos humanos, comunicação e informática, educação, saúde, direitos humanos, segurança pública, segurança alimentar, inclusão produtiva e vigilância sanitária.