Novo Hospital será construído em Campinas

19/11/2013 - CIDADES - Rodoviaria velha Na foto o espaço onde ficava a velha rodoviaria. FOTO: LEANDRO FERREIRA/AAN

Após cinco anos da implosão da antiga rodoviária, a Prefeitura de Campinas  anunciou que a área será revitalizada. No local, será construído um hospital pela Rede D’Or São Luiz, proprietária do Hospital São Luiz. O terreno era de propriedade da Maternidade de Campinas.

Representantes da prefeitura e da unidade hospitalar se reuniram na terça-feira (21), para decidirem sobre a data do início da construção do hospital. Serão construídos 400 leitos, sendo 75 UTIs e 10 salas de cirurgia. A construção do hospital irá gerar cerca de 2.500 empregos diretos. O investimento na construção será de R$ 200 milhões.

O anúncio foi feito pelo prefeito Jonas Donizette (PSB) que intermediou a negociação da vinda do hospital para a cidade. Para atrair o hospital, a Prefeitura ofereceu incentivos fiscais como a redução do ISSQN de 5% para 2% na construção e funcionamento da unidade. O prefeito destaca que a ocupação do terreno, que foi implodido em março de 2010, será um passo importante para a revitalização da área.

 

 




Novo Hospital Rede D’Or São Luiz
A construção deve ter início em 2016 já que os próximos meses devem ser utilizados para acertar a parte técnica e jurídica. A primeira fase, que tem previsão de durar dois anos e meio, contemplará 25 mil m2 de construção e englobará 250 novos leitos, dos quais 75 são de UTIs e 10 salas de cirurgia. Na fase final, serão mais 10 a 15 mil m2 de área construída, totalizando 400 leitos. Essa fase vai levar o mesmo período: 30 meses.

A prefeitura vai enviar um projeto de lei à Câmara de Vereadores para que vai reduzir de 5% para 2% a alíquota de ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para a construção do prédio, que vai consumir cerca de R$ 200 milhões.

Anteriormente a Administração municipal já havia proposto a redução do tributo para a operação da unidade hospitalar. A antiga rodoviária de Campinas foi implodida em 2010 e nesse período foi foco frequente de reclamações de comerciantes e moradores pelo risco que oferece principalmente no período da noite, quando o ponto é usando principalmente para o consumo de drogas.

 

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