Grupo de baloeiros solta balão de 105 metros na divisa de Morungaba e Bragança

 

 

 

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Grupo de baloeiros solta balão de 105 metros na divisa de Morungaba e Bragança

Apesar de ser considerado crime ambiental desde 1998, com pena de um a três anos de detenção, mais multa, a prática de soltar balões continua em alta. Principalmente nos meses de junho e julho, o total de acidentes e incêndios provocados por eles chega a aumentar 30%. Embora o número de balões tenha caído após a proibição, eles estão cada vez maiores, existem casos em que foram apreendidos balões de 30 metros de altura.

Depois de serem soltos, os balões não têm mais controle nem direção. Quando no ar, eles colocam em perigo a navegação aérea, pois não são detectados por radares. Ao cair, podem atingir casas, florestas, redes elétricas ou até postos de combustíveis.

O resgate de um balão é tão importante para um baloeiro quanto soltá-lo. Nessa corrida, eles desobedecem leis de trânsito e invadem propriedades. Na divisa entre as cidades de Morungaba e Bragança Paulista, um grupo de baloeiros soltou um balão de 105 metros de altura, equivalente a um prédio de 30 andares que viajou cerca de 800 km até a região norte de Minas Gerais.

A polícia monitora as redes sociais para impedir a soltura e prender os baloeiros. Alguns acabam presos, mas pagam fiança, são liberados e normalmente voltam a cometer o crime.