Pesquisa mostra que executivo que deixa a Capital prefere a Região de Campinas

Pesquisa mostra que executivo que deixa a Capital prefere a Região de CampinasA Região Metropolitana de Campinas (RMC) é a primeira opção de executivos dispostos a deixar a Capital em busca de mais qualidade de vida e oportunidades. A RMC ficou em segundo lugar do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das metrópoles do País. Só perde para a Capital. Além do desenvolvimento econômico e tecnológico, melhores condições de trabalho, de estudo e a proximidade com São Paulo também pesam na hora de arrumar as malas e embarcar para o Interior, segundo apontam levantamentos e representantes de grandes associações ligadas à indústria e comércio.

Um levantamento realizado pela empresa de recrutamento Heads apontou que executivos consideraram o Interior de São Paulo muito bom para viver, estudar e trabalhar.

No ranking das macrorregiões mais bem avaliadas do Interior de São Paulo, Campinas aparece no topo com 86% de atratividade, seguida de Jundiaí, com 74%, e de Sorocaba, com 70%. Campinas continuou no topo do levantamento como a preferida dos executivos mais jovens e dos mais velhos. As demais cidades sofreram variações.

A preferência dos executivos pela região de Campinas é devida ao fato de que a RMC aparece no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil como a segunda no ranking com o IDHM 0,792, empatada com Distrito Federal e atrás apenas da Grande São Paulo, com IDHM de 0,794. Outro ponto que coloca a Região Administrativa de Campinas como a mais bem avaliada é que se trata da segunda no Estado de São Paulo em concentração de indústrias de grande porte, com mais de 500 funcionários. Estudo da Fiesp aponta que há 180 delas instaladas na região. As crises hídrica, econômica e política que o País tem enfrentado não têm provocado alterações nessa dinâmica notada já há algum tempo por alguns setores.