Crise hídrica e economia em queda não afetam mercado de flores de Holambra

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Crise hídrica e economia em queda não afetam mercado de flores de Holambra
Produção do município responde por 50% do mercado nacional de flores

Expectativa do setor de floricultura para 2015 é de faturar R$ 6,1 bilhões, segundo Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura). A Cooperativa Veiling de Holambra estima um crescimento entre 8% e 12% em relação ao ano passado e, a Cooperflora (cooperativa dos floricultores de Holambra), estima crescer entre 7% e 10%. Juntas, elas respondem por 50% do mercado nacional de flores.

O mercado de festas e eventos movimenta cerca de R$ 15 bilhões por ano no país e também vem contribuindo, e muito, para os resultados positivos. Os produtores aproveitam a Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, como vitrine para apresentar ao consumidor final as novidades e tendências do setor e, assim, fomentar o comércio em todo o Brasil.

Crise hídrica e economia em queda não afetam mercado de flores de Holambra
Mercado de festas e eventos é o principal responsável pelo consumo de flores no país

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de flores e plantas ornamentais e registra um consumo em torno de R$ 26,68 por habitante. “O faturamento do setor previsto para este ano é de R$ 6,1 bilhões, contra os R$ 5,7 bilhões movimentados pela cadeia produtiva no ano passado”, informa Kees Schoenmaker, presidente do Ibraflor – Instituto Brasileiro de Flores.

Produtores de Holambra deixaram de exportar há cerca de 6 anos para atender a demanda do mercado brasileiro, embora faça exceções apenas para pequenos compradores da Argentina, Paraguai e Uruguai.

Crise hídrica e economia em queda não afetam mercado de flores de Holambra
Holambra realiza todo ano a maior feira do gênero da América Latina

De acordo com o Ibraflor, o país conta com 8.248 produtores de flores e 14.992 hectares de área cultivada. São eles os responsáveis pelo cultivo de mais de 3.000 variedades de cerca de 350 espécies.

No Brasil, a profissionalização e o dinamismo comercial da floricultura são fenômenos relativamente recentes. No entanto, a atividade já contabiliza números extremamente significativos.