Ponte da Estrada Rhodia continua interditada

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Ponte da Estrada Rhodia continua interditada
Usuários reclamam da demora na recuperação e liberação da ponte da Estrada da Rhodia

Após nove meses de sua interdição, a ponte da estrada da Rhodia que liga o distrito de Barão Geraldo a Paulínia continua interditada e usuários da pista reclamam que até o momento nenhuma ação concreta foi tomada pelas autoridades. A ponte que tem risco iminente de queda, não está totalmente bloqueada e permite a travessia principalmente de motociclistas que descumprem a interdição.

A ponte passa sobre o Ribeirão Anhumas e está em condições precárias com rachaduras profundas no asfalto. Durante a vistoria técnica encomendada pela Rhodia, foi identificado que caem resíduos de concreto da ponte, e que parte da ferragem de sustentação está exposta. A estrutura possui cerca de 40 metros e mede 60 metros de extensão e foi construída nos anos 70. Além do abalo estrutural, a ponte comporta tubulação de gás e outros tipos de cabeamentos.

A decisão de bloqueio foi tomada após uma vistoria realizada por profissionais da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil da subprefeitura de Barão Geraldo. O fechamento da ponte fez o trajeto para quem seguia do distrito de Barão Geraldo aumentar em até 30 minutos a ida à Paulínia. O principal acesso após a interdição é pela Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332).

Porém, mesmo com o grande risco de queda, motociclistas furam o bloqueio e utilizam a ponte como passagem. A estimativa de fluxo médio de veículos por dia no local era de 4 mil veículos, muitos de grande porte, como caminhões e ônibus. Existiu uma incerteza sobre quem assumiria a obra da ponte.

A Prefeitura de Campinas informou que fez contatos com a Artesp para que a concessionária Rota das Bandeiras assumisse as obras de recuperação do local. Já a concessionária informou que o trecho sob sua responsabilidade vai do condomínio Rio das Pedras ao condomínio Terras do Barão, área que não compreende a ponte.

Na época a Prefeitura de Paulínia informou que iria abrir concorrência pública para definir a empresa responsável pela obra, mas isso ainda não aconteceu.