Cidades da RMC enfrentam problema para destinar lixo em Paulínia

 

Municípios como Valinhos, Sumaré e Americana, estão com problemas para descarregar o material na Estre em Paulínia, que atende praticamente toda a Região Metropolitana de Campinas (RMC). Embora a coleta de lixo orgânico e reciclável em Valinhos esteja normalizada, o município ainda enfrenta problemas para conseguir destinar o lixo no aterro sanitário de Paulínia.

Devido às chuvas e ao alto volume de lixo, cidades têm esperado até 7 horas para conseguir descarregar. A coleta de lixo deixou de ser feita em Valinhos apenas no dia 25/12 e, no dia 26, foi feita somente na área central, já que o aterro sanitário funcionou parcialmente.

Na segunda-feira, 28/12, o atendimento voltou ao normal. No dia 31/12 a coleta de lixo orgânica e seletiva será feita até às 22h, no dia 1º não haverá coleta e no dia 02/1 haverá coleta apenas na região central, também por causa do horário de funcionamento do aterro. No dia 04/01, segunda-feira, a programação volta ao normal.

Em nota, a Estre informa que em função do volume expressivo de chuva nos últimos dias, o tempo de descarga no aterro está maior que o normal e que já está trabalhando para normalizar a situação o mais breve possível.

Cuidados com o lixo – O Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura solicita aos moradores que evitem colocar lixo na rua nos dias em que não haverá coleta, principalmente por causa do período de chuvas, evitando o entupimento de bocas de lobo e bueiros.

COMUNICADO DA PREFEITURA DE PAULÍNIA

Paulínia, 30 de dezembro de 2015

A Prefeitura de Paulínia informa que devido as chuvas nos últimos dias, o descarte do lixo no Aterro Sanitário da Empresa Estre, situado no Município, ficou prejudicado no último final de semana. O excesso de água das chuvas produz muito barro nas vias internas do aterro e atrapalha a circulação de caminhões e a compactação do lixo e o tempo das descargas pode demorar até 6 horas.

A empresa Corpus, responsável pela coleta de resíduos na cidade, esclarece que já aumentou sua frota operacional e equipes em mais de 50%, mas seu gargalo operacional esta no tempo para descarga (normalmente ocorrem em 50 minutos e atualmente a média ultrapassa às 6 horas/viagem/caminhão) no aterro. A Corpus está ciente da situação, possui equipes e veículos extras, mas nada disso adianta se o aterro está travado, com filas quilométricas de caminhões nas proximidades da Estre, no bairro Parque da Represa, em Paulínia.

A Prefeitura de Paulínia acompanha a situação, que será regularizada assim que o tempo de descarga do aterro melhorar. Para isso, pede a compreensão da população, no depósito de sacos de lixo nas calçadas.