Greve de motoristas de ônibus em Paulínia entra no segundo dia

 

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A cidade de Paulínia está sem transporte coletivo urbano pelo segundo dia devido à greve dos motoristas de ônibus. A reivindicação é de 9% de reajuste.

Em nota à imprensa divulgada nesta quarta-feira (15 de junho) a prefeitura de Paulínia informou que criou uma comissão para apurar possíveis irregularidades ao contrato de concessão do serviço de transporte público.

A nota ainda diz que ” a LLC e a Passaredo foram notificadas para que mantenham o mínimo de 70% da frota de ônibus em operação, sob possibilidade de penalização”; “Em até três dias, a comissão poderá recomendar uma possível intervenção no serviço ou até mesmo a rescisão contratual da prefeitura com a empresa”.

Além de afetar o transporte urbano, a mobilização dos funcionários também teve adesão de parte dos funcionários que atuam no transporte escolar, por meio da empresa LLC Transportes – que também presta serviços ao município e integra o mesmo grupo da Viação Passaredo.

Quem precisou dos coletivos para ir ao trabalho ou escola precisou recorrer aos ônibus que percorrem as linhas intermunicipais. Cerca de 30 mil usam o serviço de transporte urbano diariamente, de acordo com o Executivo. Sobre o transporte escolar um esquema especial foi criado para suprir a demanda.

A nota diz ainda que a prefeitura acompanha com preocupação o impasse trabalhista entre a Passaredo (concessionária do serviço) e a LLC (prestadora de serviço), e seus trabalhadores, na expectativa de desfecho saudável das negociações, com o urgente término da paralisação.

A Prefeitura de Paulínia informou que na terça-feira (14 de junho), reajustou em 9,89% (INPC dos últimos 12 meses) o valor da tarifa – passou de R$ 2,60 para R$ 2,85. Contudo, a diferença será paga em forma subsídio para a concessionária e o preço do bilhete continua em R$ 1,00 para a população.
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