Números de casos de dengue caem 96% em Campinas

 

campinas-registra-queda-casos-dengue-2016O número de casos confirmados de dengue em Campinas em 2016 caiu 96,3% em comparação com o primeiro semestre de 2015. São 2.425 casos em 2016 contra 65.319 de janeiro a junho do ano passado. Os dados mostram que não há epidemia de dengue em Campinas neste ano. Também não há registro de mortes em consequência da doença em 2016.
Do total deste ano, foram contabilizados 264 casos em janeiro, 501 em fevereiro, 1.041 em março, 531 em abril, 88 em maio e nenhum em junho até agora. No ano passado, foram 1.463 em janeiro, 6.915 em fevereiro, 24.739 em março, 23.234 em abril, 7.802 em maio e 1.166 em junho.

O trabalho de controle das arboviroses vem sendo intensificado e, apesar das temperaturas mais baixas, é ininterrupto. Desde janeiro de 2015, foram feitas cerca de 520 mil visitas em imóveis da cidade pelas equipes de Saúde. Desde janeiro, a Prefeitura vem realizando, nos finais de semana, mutirões de combate ao mosquito Aedes aegypti.

As equipes de saúde e das empresas contratadas foram reforçadas. A Prefeitura contratou 255 agentes comunitários de saúde.A administração implantou o Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Controle das Arboviroses, que reúne várias secretarias e órgãos da Prefeitura. Essa equipe intersetorial planeja e viabiliza a execução das ações de prevenção, seguindo o Plano Municipal de Contingência 2015/2016.

 




Cuidados devem continuar
Apesar da queda no registro de casos de dengue em Campinas é importante manter os cuidados para afastar e combater o mosquito Aedes aegypti.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
Embora pareça pouco agressiva, a doença pode evoluir para a dengue hemorrágica e a síndrome do choque da dengue, caracterizadas por sangramento e queda de pressão arterial, o que eleva o risco de morte. A melhor maneira de combater esse mal é atuando de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito.

Sintomas da Dengue – O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.




 

Sintomas Dengue Clássica

Febre alta com início súbito. Forte dor de cabeça.
Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Perda do paladar e apetite.
Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores. Náuseas e vômitos· Tonturas.Extremo cansaço. Moleza e dor no corpo.
Muitas dores nos ossos e articulações.

Sintomas da Dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Dores abdominais fortes e contínuas. Vômitos persistentes.
Pele pálida, fria e úmida. Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Manchas vermelhas na pele.
Sonolência, agitação e confusão mental. Sede excessiva e boca seca.
Pulso rápido e fraco.Dificuldade respiratória.Perda de consciência.

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