Casos de transmissão de zika pelo sexo são investigados nos Estados Unidos

 

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos está investigando possível contágio sexual pelo vírus da zika em 14 pessoas. Em dois dos casos suspeitos, a infecção foi confirmada em mulheres cujo único fator de risco conhecido havia sido o contato sexual com um parceiro doente. Neste momento, não há evidências de que a relação sexual pode transmitir o vírus, disse o Centro de Controle.

O primeiro caso de transmissão do zika em solo americano foi registrado no Texas, no início de fevereiro, por autoridades locais de saúde, que disseram que o vírus havia sido provavelmente contraído via contato sexual, e não por picada de mosquito e que nenhum caso de transmissão do vírus por picada havia sido registrado.

O Centro de Controle se mostrou preocupado com a publicação de um grupo de cientistas ingleses que encontrou zika no sêmen de um britânico de 68 anos e que havia sido contaminado nas Ilhas Cook (localizadas na Polinésia, no meio do Oceano Pacífico Sul) 60 dias após a infecção.